Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11 – Cidades e comunidades sustentáveis

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Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis é o décimo primeiro objetivo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

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Hoje, o mundo é indiscutivelmente urbano. Segundo as Nações Unidas, 55% da população mundial vive em áreas urbanas e a expectativa é que esta proporção aumente para 70% até 2050. Isso significa que, se quisermos garantir um futuro melhor para as pessoas e para o planeta, é nas cidades que iremos encontrar nossos maiores desafios – e também as melhores soluções.

Mas o que seria uma cidade sustentável? Muitas pessoas acreditam que o conceito se limita à preservação do meio ambiente, mas na realidade seu sentido vai muito além disso. Quando dizemos que um município ou uma comunidade é sustentável, queremos dizer que seus aspectos econômicos, sociais, culturais e claro, ambientais, são supridos de forma equilibrada, sem afetar os recursos para as gerações futuras. Ou seja, estamos falando de qualidade de vida – tanto para as pessoas quanto para os ecossistemas que com elas convivem.

Não é coincidência pensar, portanto, que quando falamos em cidades e comunidades sustentáveis, estamos também falando das smart cities! Segundo a definição oficial da ISO, a Organização Internacional de Normalização, incluída na norma técnica ISO 37122 – “Indicadores para Cidades Inteligentes”, uma smart city “aumenta o ritmo em que proporciona resultados de sustentabilidade social, econômica e ambiental e responde a desafios como mudanças climáticas, rápido crescimento populacional e instabilidade de ordem política e econômica”. Em outras palavras, uma cidade inteligente é mais inclusiva, eficiente, resiliente e claro, sustentável!

Especialista em smart cities, a plataforma Bright Cities é o caminho mais rápido para tornar uma cidade mais inteligente e sustentável. E fazemos isso por meio de diagnósticos precisos e soluções inovadoras, avaliando a performance urbana e indicando as tecnologias mais eficientes para melhorar o que precisa de mudanças.

Ao atuar de forma integrada em todos os níveis da gestão urbana, ajudamos, portanto, cidades de qualquer escala ou nacionalidade a atingir o ODS 11 – Cidades e comunidades sustentáveis, o décimo primeiro objetivo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Com a missão de “tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis“, o objetivo não pode ser alcançado sem uma transformação significativa na forma de construir e gerenciar os espaços urbanos.

E isso envolve outros objetivos incluídos na Agenda 2030. Em primeiro lugar, garantir moradia digna às pessoas é primordial, e sabemos que a pobreza extrema é muitas vezes concentrada em espaços urbanos informais e sem acesso à serviços básicos. Daí a relação entre o ODS 11 com as áreas de urbanismo e saúde, duas questões abordadas no ODS 1: Erradicação da Pobreza e no ODS 6 – Água potável e saneamento.

Garantir qualidade de vida implica também em assegurar uma boa mobilidade, garantindo que o indivíduo exerça sua cidadania, trabalhe e tenha acesso a serviços e oportunidades – tópicos abordados no ODS 7 – Energia Acessível e Limpa e no ODS 8 – Trabalho decente e crescimento econômico.

Fortalecer os espaços de participação e garantir políticas inclusivas, como determinado no ODS 5 – Igualdade de Gênero; reduzir o número de mortes e assegurar atendimento à população, como abordado no ODS 3 – Saúde e Bem-Estar; e impulsionar a produção econômica de determinada cidade, como visto no ODS 9 – Indústria, inovação e infraestrutura, também complementam as metas incluídas no ODS 11 – Cidades e comunidades sustentáveis.

Cumprir um objetivo tão abrangente não é tarefa fácil, então como a Bright Cities consegue? Quando fazemos o diagnóstico de uma cidade, uma série de indicadores são avaliados para identificar quais áreas precisam de melhorias. São ao todo dez categorias analisadas: Governança, Educação, Saúde, Urbanismo, Meio Ambiente, Segurança, Mobilidade, Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação.

Reunidos em nossa plataforma online, todos esses dados conversam entre si e oferecem um panorama completo sobre o município, ajudando a gestão urbana a entender quais políticas e ações precisam ser realizadas para que se atinja o ODS 11! Fundamentais para coletar dados sobre determinado contexto, os indicadores empregados pela Bright Cities estão alinhados com todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e são importantes ferramentas para a análise, a avaliação e o acompanhamento da cidade.

Listamos abaixo alguns deles, e dizemos porque eles se relacionam com as metas estabelecidas pelo ODS 11 – Cidades e comunidades sustentáveis:

  • Indicador “Porcentagem da população da cidade com serviço elétrico autorizado”: analisa se dado município consegue realizar, adequadamente, a distribuição e o monitoramento da energia para sua população. Dessa forma, está relacionado com a meta 11.1 do ODS 11: “Até 2030, garantir o acesso de todos à habitação segura, adequada e a preço acessível, e aos serviços básicos e urbanizar as favelas“;
  • Indicador “Quilômetros de transporte público com alta capacidade”: com os valores obtidos, o gestor municipal pode melhor compreender se sua cidade consegue oferecer uma rede de transporte pública adequada para atender a população, como estabelecido pela meta 11.2 do ODS 11: “Até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos“;
  • Indicador “Densidade populacional”: com os valores obtidos é possível determinar o volume de pessoas que vive em determinada cidade, se seu território é capaz de abrigar adequadamente a população e ainda dimensionar a oferta de serviços básicos, como mencionado na meta 11.3 do ODS 11: “Até 2030, aumentar a urbanização inclusiva e sustentável, e as capacidades para o planejamento e gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis, em todos os países“;
  • Indicador “Taxa de áreas verdes”: avalia, em determinada cidade, a proporção de parques, praças, florestas e outras áreas verdes. Com os valores obtidos, é possível ao gestor municipal avaliar se o município atende à 11.7 do ODS 11, que diz: “Até 2030, proporcionar o acesso universal a espaços públicos seguros, inclusivos, acessíveis e verdes, particularmente para as mulheres e crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência“.

É a partir da coleta, análise e comparação dos dados obtidos com esses indicadores que a Bright Cities cria e disponibiliza, de forma online o diagnóstico completo de uma cidade, bem como o roadmap com indicações de soluções inteligentes para solucionar os problemas urbanos. Nossa plataforma é especialista em mapear iniciativas positivas para as cidades, com um database que inclui mais de 1.000 soluções inteligentes para smart cities, o maior do mundo!

Uma dessas soluções é o Centro de Controle Operacional, tecnologia que fornece soluções para cidades inteligentes através da implantação de um centro de controle em parceria com a IBM. Sua plataforma conta com iniciativas em diversas áreas, como mobilidade por meio frotas de bicicletas compartilhadas; câmeras de contagem para monitoramento em tempo real de veículos no trânsito; monitoramento de frotas de coleta de resíduos; serviços de frota; energia e iluminação pública, entre outros.

Essa e muitas outras soluções podem ser conferidas, sem custos e de forma online, através de nossa plataforma. Acessando nosso database, utilize o filtro à esquerda da tela para descobrir iniciativas inteligentes em qualquer uma das dez áreas urbanas analisadas pela Bright Cities!

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Contar com soluções inovadoras, que cabem no bolso e no calendário das cidades, é uma das melhores estratégias para garantir serviços e gestões públicas melhores. Afinal, é de responsabilidade dos municípios desenvolver, implantar e gerenciar políticas para a habitação, saneamento, mobilidade urbana, segurança, entre muitos outros. Daí a facilidade de poder contar com uma plataforma como a Bright Cities, que reúne dados e soluções inteligentes em um só lugar para tornar a gestão pública a melhor possível.

Se nossas cidades quiserem cumprir a tempo os objetivos incluídos na Agenda 2030, precisamos desmistificar o conceito de smart cities e criar centros urbanos cada vez mais inteligentes. Segundo a ONU, as cidades no mundo ocupam somente 2% de espaço da Terra, mas usam 60 a 80% do consumo de energia e provocam 75% da emissão de carbono. As previsões devem se tornar ainda mais preocupantes, uma vez que a rápida urbanização está exercendo pressão sobre o suprimento de água doce, esgoto, meio ambiente e saúde pública nas maiores metrópoles globais.

Ainda em 2019, no mais recente estudo divulgado pela ONU, foi constatado uma diminuição substancial da população urbana global vivendo em favelas, mas as cidades ainda enfrentam desafios como poluição, acesso limitado ao transporte e desigualdade. Segundo as informações divulgadas:

  • A proporção de pessoas com acesso adequado ao transporte público (definido como morando a 500 m de distância) permanece baixa, principalmente nos países em desenvolvimento. Com base em dados de 227 cidades de 78 países em 2018, em média, 53% dos residentes urbanos tinham acesso conveniente ao transporte público;
  • Globalmente, as áreas urbanas estão se expandindo a uma taxa mais rápida do que suas populações. Entre 2000 e 2014, as áreas ocupadas pelas cidades cresceram 1,28 vezes mais rápido que suas populações;
  • No mundo todo, 2 bilhões de pessoas não têm acesso a serviços de coleta de lixo e 3 bilhões de pessoas não têm acesso a instalações controladas de disposição de resíduos;
  • Em 2016, 9 entre cada 10 pessoas que viviam em áreas urbanas ainda respiravam ar que não atendia às diretrizes de qualidade da Organização Mundial da Saúde;
  • Entre 1990 e 2016, a proporção da população urbana global que vivia em favelas caiu de 46% para 23%;
  • Com base em dados de 220 cidades de 77 países em 2018, apenas 21% da população tinha acesso adequado a espaços públicos abertos.
Fonte: ONU

Com o contexto do coronavírus, a responsabilidade das cidades em garantir a segurança e a saúde da população só aumentou. Sabemos, por exemplo, que o impacto da COVID-19 é maior em áreas urbanas pobres e densamente povoadas: para o quase um bilhão de pessoas que vivem em assentamentos informais e favelas em todo o mundo, o distanciamento social e o auto-isolamento são quase impossíveis. No Brasil, a epidemia segue crescendo e previsões da ONU indicam que o pico de contágio só acontecerá em agosto.

Expert em cidades inteligentes, a Bright Cities tem se empenhado em ajudar gestores a mitigar os efeitos da pandemia. Nosso time de profissionais mapeou soluções inteligentes disponíveis na plataforma, sejam elas inéditas ou já existentes, que podem ajudar na saúde, na economia, e até mesmo na educação das cidades neste momento de crise. Também usamos toda a nossa expertise em data analysis e criamos um painel interativo online, disponível para Prefeituras e cidadãos, o Dashboard Bright Cities COVID-19. Atualizada diariamente, a ferramenta reúne uma série de fontes oficiais em uma única plataforma, podendo assim detectar tendências de forma rápida e responder às perguntas mais complexas.

A Bright Cities é a maneira mais fácil e rápida de diagnosticar a eficiência das cidades e encontrar as melhores soluções! Se você é um gestor público, não perca a chance de transformar sua cidade e torná-la cada dia mais inteligente e sustentável. Entre em contato conosco e conheça a plataforma!

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